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07.07.2017 - 16:06   por Por Raul Rodrigues

Disputa de egos entre Janot e Temer deixa país em segundo plano.

Um impeachment a cada dois anos não trará solução alguma para o povo.

Uma disputa de egos entre o Procurador geral da República, Rodrigo Janot, e o Presidente da República, Michel Temer, está a levar o Brasil e sua população ao maior desgaste já vivido desde a sua criação, período republicano, por meio de um enfrentamento de duras verdades, corrupção em todos os níveis – e não somente passiva praticada pela classe política dominante, desde o ex-presidente Lula, passando pela ex-presidente Dilma e chegando aos dias finais do governo Temer. A Temer Janot acusa de corrupção passiva, enquanto aos governos anteriores – Lula e Dilma – as operações realizadas pelo conjunto do judiciário nacional – Ministério Público Federal e Polícia Federal – trazem ao limiar da transparência que não existem inocentes durante todo esse período elencado.

Os dias de paciente terminal atribuídos ao governo Temer, não seria mais necessário uma intervenção com duros golpes na democracia escravizada pelo julgamento político. Temer cometeu crimes como todos os demais seus antecessores. Se em grau de maior intensidade, não se pode precisar, mas não se justificaria uma mudança no governo sem que lago de bom viesse acontecer. Para se manter a mesma situação ou pior, melhor mesmo seria serenar os ânimos destas figuras que hoje ferem ao rebuscar do equilíbrio da economia, como também da sequencia do está a acontecer país afora com recursos federais empenhados pelo governo Temer. Em caso de mudança tudo que estiver em andamento ficará parado no aguardo de uma nova ordem.

A nação inteira já tomou conhecimento de todas as falcatruas cometidas por deputados federais, senadores e presidentes, são mais de um, ou melhor, três governantes desvairados pela manutenção do poder. E esta mesma nação não quer em sua maioria mais um desdobrar de cabeças degringoladas do poder, com o ônus a ser pago pelos pobres e vulneráveis trabalhadores e trabalhadoras.

Que pesem sobre os ombros dos congressistas a irracionalidade em se pensar que mudar nomes resolve o problema do Brasil.

Não existe esse nome.

Somente em 2018 o povo quer dizer a quem vai escolher. Não o congresso tão culpado quanto os investigados e denunciados por meio das provas que já são de domínio público do povo.

 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: disputa de egos entre janot e temer deixa país em segundo plano.

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