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20.04.2017 - 07:28   por Redação

Compra de medida provisória continuou após a Lava Jato

Jogo das propinas continuou

Em depoimentos ao Ministério Público, ex-executivos da Odebrecht disseram que, de 2005 a 2015, a empresa pagou propina, fez contribuições oficiais ou doou por meio de caixa dois para tentar influenciar o destino de pelo menos 20 atos do Legislativo e do Executivo, a maioria edição e aprovação de medidas provisórias.

Os últimos acertos relatados pela empresa ocorreram quando a Lava Jato já estava em andamento – trata-se da medida provisória 677 de 2015, que prorrogou contratos de energia de grandes indústrias no Nordeste.

Claudio Melo Filho, ex-diretor da empresa, diz que contribuições para o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), na campanha de 2014, eram, em parte, "contrapartida para o forte apoio [de seu pai, o senador Renan Calheiros] à renovação dos contratos de energia, que levou a edição" do texto.


Fonte: agora.uol.com.br-FSP

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