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06.04.2017 - 13:50   por Dimas Patriota - Professor e Pensador

OS QUATRO TIPOS DE PESSOAS QUE TOMAM ASSENTO À MESA:

Cada qual tem a sua personalidade própria, apesar das influências

Há quatro tipos de pessoas que, apropriadamente, tomam decisões à mesa da vida: as espiritualmente sofredoras que, obviamente, são o veneno social; as tolas que necessitam, urgentemente, despertar; as saudáveis que, simplesmente, são felizes e as sábias que, logicamente, dominam as sendas da grande jornada.

1 – as pessoas que pertencem à primeira classe são aquelas que são dominadas por suas mentes doentias. Que vivem a maquinar investidas contra tudo e contra a todos. Em sua maioria, são falsas e mentirosas, cheias de artimanhas, promíscuas e desnudas de quaisquer virtudes. Por isso mesmo, não merecem a mínima confiança. Traem com muita facilidade, são volúveis e vítimas das próprias tentações. Como postulava Freud, “... nascem polimorficamente perversas”. Traem a si mesmas, pois não têm amor próprio; à sua família, pois não respeitam nem os filhos a quem deram à luz; ao próprio Deus, pois já não têm a certeza do que verdadeiramente são. São perigosas e, por isso mesmo, merecem as consequências de seu próprio castigo. Sofrem continuamente, pois praticam os mesmos erros repetidamente. Seus títulos estão mofando em alguma gaveta, enquanto sua mente permanece no limiar de um ego exacerbado fincado na mediocridade irracional. Geralmente não aceitam sua infelicidade e atribuem aos outros a causa de sua degradação moral. São perseguidoras e, enquanto não levam os outros para o precipício, não sossegam. Quando são desmascaradas, fazem-se de vítimas e choram copiosamente. São capazes de enganar até o mais exímio dos juízes. São sonsas e vivem disfarçadas de boa gente. Todo cuidado é pouco ao lidar com esse tipo de pessoas. A salvação de uma pessoa desse grupo é considerado algo de extrema dificuldade, mesmo sendo comuns suas constantes e descaradas presenças nas igrejas. Na verdade, elas teriam que nascer novamente, pois, já estão fazendo “estágio” para o “inferno” que as aguarda.

2 – as tolas – pertencem ao rebanho... dos que acreditam em tudo; dos que assistem a tudo; dos que aderem a tudo; dos que ouvem tudo; dos que compram tudo; estão sedadas, são vítimas em potencial. Logicamente, sofrem também. Contudo, é um sofrimento decorrente de atitudes promovidas pela lavagem cerebral que recebem. Logo, suas atitudes são perdoáveis. Obviamente, os tolos estão mais próximos da salvação de que os que pertencem ao primeiro e repugnante grupo de pessoas. O sofrimento dos tolos se dá porque se deixam enganar, não enxergam a verdade nas entrelinhas, compram gato por lebre e ainda se dão por satisfeitos. O sofrimento dessas pessoas não “arde” no espírito tanto quanto arde no bolso. O choro dos tolos é verdadeiro, não se trata do produto de um sentimento maquiavélico, forjado para enganar, choram por conta do prejuízo que, por ventura, levaram. Fazem de tudo na obtenção de dinheiro para comprar, comprar e comprar..., para pagar, pagar e pagar. São presas fáceis das pessoas do primeiro grupo, dos falsos políticos, dos charlatães, da mídia, etc. São as vítimas do “Panis et circense”. Só precisam... acordar... subir a montanha... ficar acima das ilusões... retirar a venda que os cega.

3 – as mentalmente saudáveis – há um grupo menor de pessoas que pode ser considerado especial: é aquele composto pelas pessoas que são equilibradas. Seus sentimentos sempre promovem agradáveis sensações aos que os rodeiam. Dá gosto estar ao lado dessas pessoas. Praticamente não choram, mas, quando o fazem, é por puro contentamento – dá vontade de abraçá-las. Só desejam o bem, são sinceras e são justas. Superaram as tentações consideradas banais e, por conta disso, são felizes por natureza. Tudo o que possuem foi conseguido com competência e profissionalismo. Promovem a paz por terem consciência que a paz está no interior de cada ser.

4 – por fim, há os sábios – um grupo realmente pequeno de dedicados buscadores. Mas, para o bem da humanidade, nunca estará em extinção. Sempre é possível encontrar um aqui ou acolá. Há muito tempo, subiram a montanha e já não fazem parte do grande rebanho dos iludidos. Muitas vezes, são confundidos com os excluídos – por não participarem da grande e alegre marcha em direção ao “matadouro”..., por não serem influenciados facilmente..., por não chorarem as lágrimas dos desesperados. São ridicularizados por serem imunes às invencionices midiáticas. Os obstáculos são encarados pelos sábios como puro ensinamento e parte das fases evolutivas de sua vida. Essas pessoas estão praticamente livres do sofrimento, pois são prudentes e suas ações são dotadas de um incrível raciocínio lógico que jamais lhes proporcionarão frutos desagradáveis. Todo sábio é um ser mentalmente saudável por natureza, jamais se desespera. São sólidos, sensatos e prudentes. São os que dominam suas mentes e, obviamente, não são dominadas por elas. Cada minuto de sua vida é uma dádiva de sabedoria, cada lugar frequentado é fonte de conhecimento. Falam pouco, muito dizem; ouvem muito, pouco absorvem. Em sua percepção, há um filtro que, naturalmente, exclui absolutamente tudo aquilo que é desnecessário. Não dão importância à crítica dos sofredores, pois suas vidas são pautadas na constante busca pela comunhão com o Criador.


Fonte: artigo-colaboração

Tags: os quatro tipos de pessoas que tomam assento À mesa:

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