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11.03.2017 - 23:25   por Por Raul Rodrigues

A Trilogia Penedense com conclusões diferentes de um mesmo povo

Em análise fria os três chegaram aos mesmos números de mandatos com visões diferentes da cidade com variáveis na população para cada época.

A população vem mudando em sua forma de pensar, analisar e concluir opinião sobre suas lideranças. E isto tem sinais claros do quanto o povo penedense mudou nos últimos anos. Nas últimas duas décadas.

Os mesmos méritos foram alcançados por três políticos; Raimundo Marinho foi prefeito por três vezes, sendo eleito pelo voto direto. Alexandre Toledo também, e Március Beltrão completa a trilogia dos mandatários da cidade dos sobrados.

As características dos três são bem diferenciadas, mas para o eleitor o que importa é o que cada um representa para ele. Raimundo Marinho teve parceria dos governadores Divaldo Suruagy e Guilherme Palmeira, sendo da época a maior virtude empregar pessoas no estado – não existia concurso – e esta veia de apoio dado pelos governadores fizeram de Raimundo o maior líder das décadas de 60 a 80. Obra não era o foco da população. Alexandre Toledo viveu períodos com aliado no governo estadual e adversário. Teotônio Vilela e Ronaldo Lessa respectivamente faz parte do contexto. E por fim, Március Beltrão que tem histórico similar ao de Toledo. Atualmente tem em Renan Filho um forte aliado, e quando do governador Téo Vilela, enfrentou a frieza na relação entre poderes.

Tanto Alexandre Toledo quanto Március Beltrão não pode contar o mesmo afago do governo do estado empregando pessoas. A época é dos concursos. E no quesito obras, ambos tiveram participações pardas durante as administrações. Tanto Téo Vilela quanto Renan Filho têm suas participações, muito embora Renan Filho tenha sido inciso com obras durante o período eleitoral para salvaguardar o aliado MB de uma possível derrota nas urnas em 2016.

Os três conseguiram três mandatos, mas só um foi visto como parte de uma história diferenciada para Penedo: Raimundo Marinho! Endeusado por uma geração, por seus familiares, chegando a ser criada uma fundação que recebe seu nome, um museu para preservar a sua história enquanto líder e profissional.

A redação do CPA deixa para os seus leitores internautas opinarem sobre a diferença significativa entre os políticos com os mesmos números de mandatos e tamanha discrepância enquanto parte da história da mesma cidade.

Como já escrevemos em artigo anterior não somos adepto da teogonia.


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: a trilogia penedense com conclusões diferentes de um mesmo povo

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