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01.03.2017 - 13:26   por Por Raul Rodrigues

Ser justo ou ser bom; qual o correto?

Tentativa de aprovação da previdência própria teve atropelo ao Regimento Interno da Casa

Eis uma dúvida pela qual muitas pessoas vivem a se debater. Ser justo ou ser bom?

Se você é justo, passa a ensinar o que é correto. Se for bom, pode estar a ensinar até que o errado pode ser tolerável. E isto é um erro!

Ser justo é atender a todos os requisitos dos bons ensinamentos, e deixar como lição que ao julgar alguém você não faz diferença entre quem está sendo julgado. Pode ser um filho ou um estranho. Isto não importa quando se usa o requisito do ser justo.

Prova do escrito.

A classe política se utiliza muito – quase sempre – da decisão em ser bom. Agradar aos eleitores mesmo que isto vá de encontro ao que é justo. O político não deve – na verdade não deveria – atender aos pedidos dos eleitores – dinheiro e ajudas – para colocar no próprio politico na condição de recuperar o que gastou. Isto gera a corrupção ativa e passiva!

Se a população de eleitores é corrupta, faz do ser politico um elo da cadeia na corrupção. Chegamos ao mundo sistêmico da corrupção desmontada pela Lava-Jato. Todos estão envolvidos no processo do desmonte da moral e da economia do país. Uma ação desencadeou a outra.

Portanto, quando se encontrar com um político bonzinho, saiba que, por trás dele, existe toda uma rede corrupção.

Vereador que dá ajuda a eleitor é porque recebe do prefeito uma ajuda para também votar no que for imoral e ilegal.

Exemplo: a tentativa de Júnior do Tó em tentar aprovar a previdência própria no mês de dezembro. A aprovação era e continua sendo IMORAL E ILEGAL!

Pelo menos até a data citada.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: ser justo ou ser bom; qual o correto?

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